Palavra do Bispo

Ano Pastoral de 2014 na nossa Diocese

Prezados Sacerdotes, Religiosas, Seminaristas e Povo de Deus.  No seu grande documento “Evangelii Gaudium” o Papa Francisco lembra-nos sobre a necessidade da constante “transformação missionária da Igreja”.

Neste inicio do tempo Quaresmal temos uma preciosa oportunidade de colocar, mais uma vez, no nosso meio, o Jesus Bom Pastor e deixar-nos apaixonar por seu amor e por sua simplicidade para conosco.

Trata-se de uma mudança do espírito, de tal modo que possamos colocar em nossas cabeças um pensamento positivo, acreditando na vitória da Boa Nova que Ele nos anuncia.

No nosso plano pastoral centralizamos a Paróquia, que deveria ser fiel a sua tríplice missão:

  1. A Paróquia é o lugar onde o Pároco está envolvido com a proclamação da Palavra de Deus. Ela é vital como pulmão da evangelização que leva o Povo de Deus à conversão.
  2. Na Paróquia administram-se os Sacramentos. Os sacramentos tornaram-se o segundo pulmão da evangelização, tradicionalmente apoiando a missão da Igreja. Estou pensando, principalmente, sobre os três Sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Eucaristia e Crisma, mas também, insisto em intensificar a administração do Sacramento da Penitência (Reconciliação) e da Unção dos Enfermos.
  3. Terceira missão paroquial concentra-se na Catequese. Deve-se insistir na administração da catequese no ”espírito da iniciação cristã”. Vamos aprofundar esta exigência nas nossas sessões sinodais, nas Foranias e no Congresso Bíblico–Catequético que se realizará em Gurupi nos dias 17 a 19 de Outubro.

Gostaria acrescentar mais uma importante missão. Cada Paróquia deveria realizar alguma Obra de Caridade. A Campanha da Fraternidade de 2014 sensibiliza-nos sobre o Tráfico Humano. Mas, além do tema da Campanha da Fraternidade, a Paróquia deveria executar gestos concretos a favor dos necessitados.

“A alegria de viver o Evangelho” permitem-me, que esta atitude alegre do Papa Francisco se aplica, não somente ao meu serviço episcopal, mas também contaminaria todos nós. Como ele próprio diz: “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, invés uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças”…

Enquanto lá fora há uma multidão faminta, Jesus repete sem cessar: “Dai lhes vós mesmos de comer.” Mc 6,37 (EG 49)

“Tornem-se mais fortes na fé” (2 Cor 13,9)

Bençãos a todos!

 Dom Romualdo Matias Kujawski

Vosso Bispo

 

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