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As celebrações da Semana Santa que acontecem em toda a Diocese de Porto Nacional-TO. Expressa o momento mais forte da fé cristã.Entenda os significados de cada celebração

As celebrações da Semana Santa acontecem em toda a nossa Diocese. O nosso Bispo está presidindo a liturgia na Catedral. Alegremo-nos com numerosa participação do Povo de Deus.

Quinta-feira Santa (29 de março): Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés:

Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na noite de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que foi entregue, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do pão e do vinho, e os entregou para os apóstolos para que os tomassem. Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.

 

Sexta-feira Santa (30 de março):

Na Sexta feira Santa se faz memória da Paixão e Morte de Jesus. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia. Ao contrário do que muitos pensam, a Paixão não deve ser vivida em clima de luto, mas de profundo respeito e meditação diante da morte do Jesus que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. É preciso manter um “silêncio interior” aliado ao jejum e à abstinência de carne. Deve ser um dia de meditação, de contemplação do amor de Deus que nos “deu o Seu Filho único para que quem n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).
A Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que não há a Santa Missa, mas é realizada a celebração da Paixão do Senhor, nas Igrejas, geralmente às 15h e consta de três partes: Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão. Também é costume em muitas paróquias após a celebração realizar a encenação teatral da Paixão de Cristo.

Sábado Santo (31 de março): Vigília Pascal

O Sábado Santo é dia de oração silenciosa e de profunda contemplação junto ao túmulo de Jesus. São horas de solidão e de saudade. É ocasião para acompanhar Nossa Senhora da Soledade e as santas mulheres junto ao túmulo de Jesus, sentindo com elas a medida do amor que Cristo suscita nos corações que o conhecem de perto.

A noite do sábado santo é especial e solene. É denominada também como Vigília Pascal. Antigamente era à meia-noite, mas foi antecipada. No entanto, ela não pode começar antes do início da noite e deve terminar antes da aurora do domingo.

É considerada a mãe de todas as santas vigílias. Pois nela a Igreja mantém-se à espera da Ressurreição do Senhor, e celebra-a com os sacramentos da Iniciação cristã.

Esta noite é “uma vigília em honra do Senhor” (Ex 12,42). Assim ouvindo a advertência de Nosso Senhor no Evangelho (Lc 12, 35), aguardamos o retorno do Senhor, tendo nas mãos lâmpadas acesas, para que ao voltar nos encontre vigilantes e nos faça sentar à sua mesa.

A liturgia da vigília Pascal compõe-se de quatro etapas:

1 – A Liturgia da Luz: nesta primeira etapa, acende-se o Círio Pascal e realiza-se a Benção do Fogo, que simbolizam Cristo morto e ressuscitado.

2 – Liturgia da Palavra: são cinco leituras de trechos do Antigo Testamento, intercalados por salmos e orações, que é quando a Igreja medita sobre os atos poderosos de Deus na história da salvação da humanidade.

3 – Liturgia Batismal: desde os primeiros séculos da Igreja, o Batismo é fortemente ligado à Páscoa. O nascimento espiritual de novos filhos de Deus através do Sacramento do Batismo. É ligado ao batismo pois é considerado o melhor momento para que os cristãos renovem seus votos batismais.

4 – Liturgia Eucarística: é a tão esperada Comunhão Pascal, na qual rendemos ação de graças a Nosso Senhor por sua Gloriosa Ressurreição, na esperança de que possamos também nós ressurgir como Ele para a vida eterna.

Domingo de Páscoa (1 de abril):

É a celebração da Ressurreição. É um dia de festa e alegria porque Cristo ressuscitou. O túmulo está vazio, a humanidade está salva, agora é hora de abraçar esta salvação testemunhando uma verdadeira vida cristã.

A Páscoa, passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, empenha-nos decididamente na superação dos sinais de morte ainda presentes na cultura e na convivência humana. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça e o egoísmo, a violência e o ódio não terão a última palavra sobre a existência.

Ressuscitou! Não está mais entre os mortos! O amor de Deus, manifestado a nós na ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, alimenta a alegria e a esperança; ao mesmo tempo, faz-nos participar da edificação da sociedade, segundo os critérios da verdade, da justiça e da solidariedade. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e todos os males.

Fonte:diocesejoinvillenoticias/noticias/noticias-diocesanas/semana-santa–celebracoes-e-significados

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