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BISPOS DA AMAZÔNIA LEGAL SE REUNIEM VIRTUALMENTE


Nos dias 18 e 19 de maio, os bispos da região da Amazônia legal se reuniram para escrever o texto de uma carta, divulgada pela CEAMA e pela REPAM-Brasil.

No segundo dia da Reunião dos Bispos da Amazônia Legal contou com a presença de Sua Eminência o Cardeal Michel Czerny. O Cardeal que é secretario da Seção de Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral da Santa Sé, fez uma exposição acerca da importância da presença da Igreja na Amazônia desde a chegada dos primeiros missionários até a constituição da REPAM – Rede Eclesial Pan-Amazônica e, mais recente, da CEAMA – Conferência Eclesial da Amazônia, cujo presidente, Dom Claudio Card. Hummes, também esteve presente. Cardeal Czerny ainda ressaltou a bela meditação dos sonhos do papa Francisco para a Amazônia: sonhos sociais, culturais, ecológicos e eclesiais, e que todos os clérigos e leigos devem manter um olhar amoroso sobre estas realidades.

Cardeal Michel respondeu a perguntas dos participantes acerca de como viver melhor uma eclesialidade de comunhão na Igreja da Amazônia, e, a grande prioridade é a pastoral de conjunto.

Na participação do Card. Hummes, ele ressaltou que planos diocesanos de pastoral são importantes e não nos atrapalha, mas dentro do espirito de uma Conferencia Eclesial da Amazônia, estes planos pastorais pós-sinodais, nos ajudam a viver melhor o ser-igreja nas prelazias, dioceses, arquidioceses e na sociedade.

Os regionais que compõe as Igrejas contidas dentro da região amazônica legal (Norte 1, 2 e 3, Nordeste 5, Noroeste e Oeste 2) apresentaram as ações realizadas após o Sínodo da Amazônia, que aconteceu em 2019 Roma

Também foi lida a Carta Aberta dos Bispos da Amazônia.

No texto, os bispos afirmam que se sentem “sensibilizados pela situação de vulnerabilidade e ameaças que sofre toda casa comum, agravada pela pandemia da Covid-19, e pelo acirramento das disputas territoriais com expansão das atividades minerais e do agronegócio em terras de populações tradicionais”. 

Na mensagem, os bispos ressaltam que o cenário político indigenista vivido no Brasil é de “retrocesso” e que a “crise socioambiental, denunciada em 2019 durante o Sínodo, acentuou-se durante a pandemia”.  Os bispos fazem, ainda, um apelo às mais variadas lideranças de cristãos leigos e leigas que “não desaminem da luta” e pedem que a “sensibilidade para com os mais pobres seja permanente”.  

Confira o texto na integra:

Carta_Aberta_dos_Bispos_da_Amazonia

 

Texto e Print: Sem. Rafael Ferreira

Colaboração: Istélia Coelho e REPAM-Brasil

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