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Diocese de Porto Nacional “Igreja Mãe que nos Leva a Vida Nova” (Jo 10,10) Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2015-2019. “Uma Igreja em Saída”.

DIOCESE DE PORTO NACIONAL-TO- DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2015-2019. “UMA IGREJA EM SAÍDA”.

A Diocese de Porto Nacional, reunida em Assembleia nos dias 18 e 19 de fevereiro 2017, na cidade de Taguatinga, refletiu sobre os desafios e perspectivas pastorais para evangelização no mundo de hoje. A linha norteadora para as reflexões dessa Assembleia foram as DGAE 2015-2019 que nos apresentam cinco urgências a serem trabalhadas no nosso plano pastoral. Foi proposta também da Assembleia a constituição de um coordenação diocesana de pastoral que envolvesse as sete foranias (regiões pastorais) para dinamizar mais o trabalho e facilitar a articulação nas paróquias daquilo que for analisado e proposto pela coordenação, com o intuito de dar organicidade à missão em toda nossa vasta diocese.

  1. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora: “uma Igreja em saída”.

Em consonância com o papa Francisco que insistentemente nos pede que tenhamos “uma conversão pastoral e missionária que não pode deixar as coisas como estão” (EG n. 25) e com os documentos 100 e 102 da CNBB, nossa Igreja Particular de Porto Nacional pretende direcionar sua pastoral contemplando as “Urgências” da evangelização na tentativa de responder à pergunta sobre “o que Deus pede a nós?”. Sendo assim, a Diocese de Porto Nacional pretende ser:

  1. “Uma Igreja em estado permanente de missão”. Em profunda obediência à voz do Senhor, “ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado, será salvo” (Mc 16,15), a diocese de Porto Nacional que viver aquilo que é próprio da natureza da Igreja: a sua missionaridade, pois “a missão é o paradigma de toda a obra da Igreja” (EG n.15). Essa missionaridade da Igreja se dá em três características: ela é “urgente”, é “ampla” e é “includente”.
  2. Uma Igreja que seja “casa da iniciação à vida cristã”: Em sintonia com o Diretório dos Sacramentos, mas aprofundando-os, a Diocese de Porto Nacional pretende despertar nas pessoas, com sua ação pastoral, uma decisão livre e consciente pela pessoa de Jesus Cristo. Consciente de que a iniciação à vida cristã não se esgota na preparação aos sacramentos, queremos optar por uma catequese de inspiração catecumenal, que favoreçam o encontro permanente com Jesus Cristo, sobretudo através da Palavra, da Eucaristia e da inserção na de comunidade dos filhos e filhas de Deus. Essa catequese de inspiração catecumenal funda-se na centralidade do “querigma” que, necessariamente, nos leva à missão de uma contínua formação cristã para o aprofundamento e vivência da vida cristã.
  3. “Lugar de animação bíblica da vida e da pastoral”: A iniciação à vida cristã está profundamente ligada à Palavra de Deus, pois todos devem ser iniciados à contemplação da vida à luz da Palavra de Deus para colocá-la em prática. No trabalho de formação do nosso povo é “urgente” que todos sejam introduzidos na experiência e no conhecimento da Sagrada Escritura e na sua relação com a Tradição viva da Igreja. Esta urgência exige: “propiciar meios de aproximação das pessoas à Palavra de Deus, para conhecê-la e interpretá-la corretamente; entrar em comunhão com a Palavra de Deus por meio da oração; evangelizar e proclamá-la como fonte de vida em abundância para todos” (DGAE n.93). Assim sendo, todos devem redescobrir o contato pessoal e comunitário com a Palavra de Deus como fonte da espiritualidade pessoal e “pastoral-comunitária”. Para que essa ação pastoral seja mais profícua faz-se necessária a instituição e formação continuada dos ministros e ministras da Palavra.
  4. Uma Igreja que seja “comunidade de comunidades”: Faz parte da natureza da fé a vivência comunitária e em comunhão de todos que professam a fé no Deus-Trino. A “setorização” das comunidades em unidades menos faz parte da urgente renovação das paróquias e facilita também o estreitamento dos laços afetivos, fraternos, os vínculos entre os irmãos que vivem em comunidade, dando assim, maior sentido cristão e participativo na vida das nossas comunidades. “Assim, a Igreja assim faz presente nas diversas realidades, vai ao encontro dos afastados, promove novas lideranças e a iniciação à vida cristã acontece no ambiente onde as pessoas vivem” (DGAE n. 103). Atentas a esta “urgência”, nossas paróquias são desafiadas a promover a articulação e a vida das pequenas que facilitem a vida fraterna, a comunhão, a comunhão, a celebração da Eucaristia e da Palavra. Merecem destaque as Comunidades Eclesiais de Base –CEB´s- que dão um grande testemunho de vida e espírito eclesial.
  5. Uma Igreja “a serviço da plena para todos”: Os desafios à vida que contradizem o projeto de Deus são um desafio para a vida pastoral da Igreja. Nossa Diocese que outrora teve uma grande e bela caminhada para promover condições de vida plena para todos (cf. Jo 10,10) acolhe esta “urgência” como estímulo pastoral, na fidelidade ao Evangelho que liberta todo ser humano. “A Igreja, através da pastoral social estruturada, orgânica e integral, tem a vocação e missão de promover, cuidar e defender a vida em todas as suas expressões” (DGAE n. 109). Alguns grupos sociais merecem atenção especial: A família, como patrimônio da humanidade, “lugar e escola de comunhão”. Um empenho pastoral em defesa das mulheres, das pessoas com deficiência e dos A nossa diocese reconhece que o empenho pelas crianças, adolescentes e jovens exige nossa maior atenção, “pois são os mais expostos ao abandono, às drogas, à violência, à venda de arma, ao abuso sexual, ao tráfico humano” (DGAE n. 113). Tendo em vista isso, faz-se necessário uma valorização e articulação do setor juventude, valorizando os diversos carismas que insiram os jovens em nossas comunidades paroquiais. “Para a Igreja, o apoio a essas causas é um eloqüente testemunho de sua fé em Jesus Cristo e de seu compromisso com o Reino de Deus, por ele anunciado, mostrado presente entre nós” (DGAE n.112).

Para a articulação desta proposta pastoral, foi proposta e constituída uma coordenação diocesana de Pastoral. Esta terá a missão de articular e encaminhar as ações pastorais propostas pela diocese a fim que, todas as foranias e paróquias, incluindo suas comunidades se sintam inseridas e co-responsáveis pela vida pastoral da nossa diocese. Para que tal objetivo seja possível, a coordenação diocesana foi pensada com representações leigas das sete foranias, bem como seus respectivos vigários forâneos a saber:

  1. Forania de Porto Nacional: César Evangelista, Aparecida Divina e Ir. Teresinha O.P. (Vigário Foraneo: Pe. Edisley Batista)
  2. Forania de Alvorada: Ir. Teresinha Sartori e George Henrique Borges (Vigário foraneo a definir)
  3. Forania de Gurupi: Sebastiana e Teresinha Pimentel (Vigário Foraneo: Pe. Luis Antônio).
  4. Forania de Natividade: Afonso Cláudio Luiz e Nilziany Bandeira Guedes (Vigário Foraneo: Pe.Tiago)
  5. Forania de Palmeirópolis: Maria Bernadete de Lima e Clerismar Sena (Vigário Foraneo: Pe. José Francisco)
  6. Forania de Campos Belos: Ivani Rodrigues e Tiago (Vigário Forâneo: Pe. Luis Alberto).
  7. Forania de Taguatinga: Edgar Urcino e Jurita (Vigário Forâneo: Pe. Adriano).

A missão primordial dessa coordenação é, juntamente com o bispo, articular a vida pastoral da nossa diocese que, salvaguardando nossa identidade, estaremos sempre em comunhão com o nosso Regional Norte 3 e com as diretrizes da CNBB.

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