VATICANO

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REGIÃO NORTE 3

Dom Romualdo Participa dos Festejos de São Francisco de Assis, em Alvorada.

Dom Romualdo Matias, celebrou na noite de ontem (25), às 20h00, a Missa de abertura oficial dos festejos de São Francisco de Assis, em Alvorada­­-TO, no Sul do Estado. Na homilia, Dom Romualdo falou sobre a vaidade que nos impede de viver o projeto de Deus em nossa vida: “Quando a pessoa é cheia de si, não tem a capacidade de transcender, isto é, de chegar até Deus”. O Bispo, ainda enfatizou o exemplo de vida de São Francisco, “Esse Santo viveu em um período de decadência espiritual dentro da Igreja, Francisco é um modelo de esperança e conversão para todos os cristãos”. E concluiu, “Desejo força na continuidade dos festejos e firmeza na fé”. A missa foi concelebrada pelos Padres Jucimar (Pároco de Alvorada), Eldinei (Coordenador Diocesano de Pastoral). Houve uma grande participação dos fiéis. Antes da missa, aconteceu a tradicional busca e levantamento do mastro, em seguida houve as apresentações musicais da Banda da PM de Gurupi. Ao final da missa, o Pe. Jucimar agradeceu a presença de Dom Romualdo e do Pe. Eldinei. “Muito obrigado pela presença, ela fortalece nossa comunhão e unidade”.  O tema geral desse ano é esse: “Aquilo que nos une é mais forte do que aquilo que nos separa”. Todas as noites acontecem leilões e quermesse.

História

Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis ( Assis, 5 de Julho de 1182  3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem medicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.

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