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Dom Romualdo Preside Missa Solene de Nossa Senhora das Mercês, em Porto Nacional

Dom Romualdo Matias, celebrou nessa quarta-feira (24), às 8h00, da manhã a Missa Solene de Nossa Senhora das Mercês, Padroeira de Porto Nacional e de toda Diocese, a celebração aconteceu em Porto Nacional-TO, Região Central do Estado. Na homilia, Dom Romualdo destacou a importância de Maria para a história da salvação: “Maria torna-se uma figura importante porque foi fiel até mesmo na hora da cruz, ela nos une ao seu Filho Jesus, o Salvador da humanidade”. O Bispo, ainda enfatizou sobre o laicismo presente na sociedade moderna, “Não podemos entrar na cultura laica, pois ela enfraquece os valores familiares e religiosos”. E concluiu, “É preciso a clareza na fé, para podermos apresentar uma verdadeira imagem de Deus, que muitas vez é apresentada por falsas doutrinas”. Por fim, Dom Matias falou das ações concretas para o Ano Jubilar (Centenário da Diocese). A missa foi concelebrada pelos Padres Pedro (Pároco da catedral, Porto Nacional) Juarez (Vigário Geral, Porto Nacional), Luis Antônio (Monte Alegre-GO), Luiz Alberto (Jaú do Tocantins) Jucimar (Alvorada), Gleibson (Dianópolis), Marquinélio (São Valério), Edmilson (Porto Nacional), Paulo Sérgio (Porto Nacional), Jones (Porto Nacional), Juraci (Porto Nacional), Jacinto (Porto Nacional), Elison (Ponte Alta do Tocantins), Pe. Edisley (Porto Nacional), Marcos Aurélio (Gurupi),  Eldinei (Porto Nacional) e Diácono Alex (Fátima).  Participaram da Missa diversas autoridades civis, dentre elas: O Prefeito de Porto Nacional, Otoniel Andrade e demais autoridades municipais e estaduais e grande número de fiéis.

História

Nossa Senhora das Mercês é uma das designações atribuídas à Virgem Maria na Igreja Católica. A devoção originou-se na Espanha, daí também foi conhecida por Nossa Senhora das Mercedes, e foi popularizada pelos Frades da Ordem de Nossa Senhora das Mercês, fundada por São Pedro Nolasco. Foi considerada protetora dos cristãos cativos dos mouros na África, principalmente os marinheiros e mercadores subjugados no Mar Mediterrâneo. A devoção chegou a Portugal, onde difundiu-se de Alenquer para Santarém e para Lisboa. A devoção foi trazida pelos frades mercedários para o Brasil, onde floresceram diversas confrarias, formadas principalmente por escravos, os quais consideravam Nossa Senhora das Mercês padroeira de sua libertação.

 

 

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Dom Romualdo

Bispo de Porto Nacional (TO)

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