VATICANO

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REGIÃO NORTE 3

O demônio começou a gritar: Eu tenho que me queixar de uma mulher (II)

A bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus assim respondeu: “Ouve, Satã, a minha resposta: Quando saíste das mãos do Criador, tinhas a inteligência da justiça, que está em Deus, desde a eternidade e sem início. Tiveste, igualmente, a liberdade de agir segundo a tua vontade e, apesar de teres preferido odiar a Deus, em vez de oferecer-lhe o teu coração, sabes, no entanto o que exige a justiça.

Ora, eu te digo que, esta missão, a de apresentar esta alma a Deus, seu Juiz, é muito mais minha do que tua, pois, durante a sua passagem na terra, ela me testemunhou grande afeto; ela se alegrava ao lembrar que Deus dignou-se me escolher como sua Mãe, e que Ele quis me exaltar acima de todas as criaturas. Ponderando sobre os privilégios com os quais Deus quis me honrar, chegava-lhe a inspiração tal amor, que ela se dizia a si mesmo, com frequência: ‘Eu sou tão feliz de ver a Santíssima Virgem Maria, mais amada por Deus do que todas as outras criaturas, que, por nada neste mundo, eu abriria mão da alegria que sinto (…)’.

Vê, Satã, em que disposições este homem morreu. O que te parece, então? Não seria justo que eu envolvesse esta alma com a minha proteção, diante do tribunal de Deus, em vez de deixá-la cair em tuas mãos para partilhar os teus suplícios?…”

 

 

Em Vida de Santa Brígida, livro 2, capítulo 31

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