VATICANO

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REGIÃO NORTE 3

Para contemplar o rosto de Cristo com Maria

22 de setembro ─ São Tomás de Villeneuve (+ 1555)

O centro da nossa fé é Cristo, Redentor do homem”, lembrava o Papa João Paulo II, no dia 16 de outubro de 2002. “Maria não o obscurece, nem obscurece a sua obra salvífica. Assunta ao céu em corpo e alma, a Virgem, que foi a primeira a beneficiar dos frutos da paixão e da ressurreição do próprio Filho, é Aquela que, da maneira mais certa, nos conduz a Cristo, o fim derradeiro do nosso agir e de toda a nossa existência. (…)

Para a exigente, mas, extraordinariamente rica tarefa de contemplar o rosto de Cristo, juntamente com Maria, há porventura melhor instrumento do que o Rosário? Contudo, devemos redescobrir a profundidade mística, na simplicidade desta oração, tão querida à tradição popular.

Esta oração mariana na sua estrutura é, de fato, sobretudo, a meditação dos mistérios da vida e da obra de Cristo. Ao repetir a invocação da ‘Ave Maria’, podemos nos aprofundar nos acontecimentos fundamentais da missão do Filho de Deus na terra, que nos foram transmitidos pelo Evangelho e pela Tradição. Para que esta síntese do Evangelho seja mais completa e ofereça uma maior inspiração, na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae propus que se acrescentem outros cinco mistérios aos que atualmente são contemplados no Rosário, e chamei-os “mistérios da luz.

Papa João Paulo II, Audiência geral, 16 de outubro de 2002 ─ Diante da imagem de Nossa Senhora de Pompeia João Paulo II proclama o “Ano do Rosário”

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